O eurodeputado Hélder Sousa Silva pediu ao Comissário europeu para o Orçamento, Luta Antifraude e Administração Pública, mais recursos para as áreas da Educação, Cultura e Juventude. O português disse hoje no plenário de Estrasburgo “não poder aceitar o corte de programas europeus tão emblemáticos”, como o Erasmus+, Europa Criativa e o Corpo Europeu de Solidariedade.
Pese embora os tempos desafiantes que vivemos, Hélder Sousa Silva afirmou que tal não pode ser um impeditivo para que “o orçamento anual da UE continua alinhado com todas as prioridades europeias”.
Como membro da Comissão dos Orçamentos e da Comissão da Cultura e da Educação, o eurodeputado eleito pelo PSD defendeu os programas Erasmus+, Europa Criativa e o Corpo Europeu de Solidariedade, considerando-os “emblemáticos e com um valor-acrescentado inegável”. Por isso, afirmou ser necessário “assegurar um financiamento adequado para garantir que estes programas europeus têm os recursos necessários para atingir os seus objetivos”.
Dirigindo-se ao Comissário para o Orçamento, Luta Antifraude e Administração Pública, Piotr Serafin, Hélder Sousa Silva reforçou que cada vez mais “a Educação, a Cultura e a Juventude têm um papel central para alavancar a competitividade da economia europeia, promover a coesão territorial, económica e social e salvaguardar os princípios, os direitos e os valores europeus”.
Apesar das atuais contingências orçamentais, Hélder Sousa Silva foi perentório: “Não podemos aceitar o corte destes programas europeus e por isso, o orçamento tem de continuar a responder às necessidades dos nossos cidadãos, promovendo a resiliência cultural, social e democrática da União”, afirmou.