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  • 7 de outubro, 2026

Sérgio Humberto reforça resposta da Proteção Civil da União Europeia a emergências de saúde e afasta entraves burocráticos

O eurodeputado do PSD, Sérgio Humberto, manifestou o seu apoio ao reforço da articulação entre o Mecanismo de Proteção Civil da União e os instrumentos comunitários de preparação e resposta a emergências no domínio da saúde, alertando para a necessidade de garantir mecanismos operacionais ágeis e sem entraves burocráticos face a futuras crises sanitárias transfronteiriças.

“As crises de saúde pública recentes demonstraram que a União Europeia não pode perder tempo com hesitações burocráticas quando estão vidas em jogo. A capacidade de resposta dos nossos sistemas nacionais depende diretamente da rapidez com que a solidariedade europeia consegue mobilizar meios, equipamentos e apoio logístico imediato no terreno”, sublinhou Sérgio Humberto.

O eurodeputado social-democrata salientou que a revisão deste mecanismo legislativo responde aos estrangulamentos identificados em momentos de emergência, fixando como prioridades o reforço das reservas estratégicas comunitárias (rescEU), a agilização da distribuição de contramedidas médicas e a interoperabilidade entre as equipas de proteção civil e os serviços de saúde dos Estados-Membros.

Sérgio Humberto também destacou a importância de assegurar que os recursos chegam com rapidez a todos os territórios: “Quem está no terreno sabe que as crises não esperam por burocracias. A Proteção Civil europeia pode e deve fazer chegar meios e equipamentos em tempo útil, evitando assimetrias e protegendo as populações mais vulneráveis.”

Para o eurodeputado do PSD, a União Europeia deve concentrar a sua intervenção na coordenação de alto nível, na logística partilhada e no cofinanciamento de meios de intervenção rápida, respeitando escrupulosamente a autonomia e as competências próprias de cada Estado-Membro na gestão dos respetivos serviços de saúde.

“Prevenir e responder a emergências sanitárias é um dever básico de proteção europeia. Fortalecer este mecanismo é garantir que nenhum país, nenhum hospital e nenhuma comunidade fica abandonada perante um choque imprevisto”, concluiu Sérgio Humberto.